terça-feira, 31 de março de 2009

Voltar as origens

Preciso voltar as origens Me despir das velhos roupas Me vestir de trajes limpos Preciso me aproximar dos amigos Matar as saudades Rever os antigos Preciso me redescobrir Me deixar levar, me mudar Abandonar o cansaço e os velhos costumes Deixar pelo caminho os objetos passados E traçar um novo rumo, um novo caminho Abraçar os amigos reais Me libertar dos imortais Amar os amigos de raízes Esquecer os amigos superficiais Preciso me desintegrar do velho Voltar as raízes Deixar de levar tudo a sério

segunda-feira, 30 de março de 2009

Mulheres gastam mais no período pré-menstrual, diz estudo

Pesquisa britânica diz que compras por impulso são maneira de compensar TPM
As mulheres tendem a fazer compras extravagantes e por impulso dez dias antes da menstruação, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa da Universidade de Hertfordshire mostra que neste período do ciclo menstrual, conhecido como fase lútea, as mulheres têm menos controle sobre seus gastos. Segundo Karen Pine, a principal autora do estudo, esse comportamento pode ser uma maneira de lidar com as emoções negativas geradas pela tensão pré-menstrual (TPM). "Quanto mais perto da menstruação, maior a tendência das mulheres em gastar mais do que podem", disse a cientista. A equipe de Pine entrevistou 443 mulheres com idades entre 18 e 50 anos sobre seus hábitos de compras. Quase 60% de 153 voluntárias que estavam na última fase do ciclo menstrual admitiram ter feito uma compra por impulso. Mais da metade delas disse ter gasto mais de 25 libras, enquanto algumas assumiram uma despesa de mais de 250 libras. Muitas também confessaram ter sentido remorso. Os pesquisadores descobriram também que a maioria dos itens consumidos neste período era para enfeite, como joias, maquiagem e sapatos de salto alto."O comportamento de comprar tende a ser a uma reação às intensas emoções que afloram na fase lútea", explicou Pine. "As mulheres se sentem deprimidas ou estressadas, e tendem a ir às compras para se sentir melhor." Segundo ela, essas emoções surgem por causa das variações hormonais durante o ciclo menstrual. "As mulheres sofrem picos e flutuações em hormônios que afetam a parte do cérebro ligada às emoções e ao controle inibitório", afirmou Pine. A cientista vai apresentar o estudo em uma conferência da Sociedade Britânica de Psicologia nesta semana. Estudos anteriores já haviam mostrado que as mulheres tendem a se vestir melhor durante o período fértil.
*Publicado originalmente no globo.com

quinta-feira, 26 de março de 2009

Mafalda

Eu flor

Desde criança ouvia dizer que eu era uma flor Fui cultivando isto dentro de mim Talvez tenha criado raízes tão grandes e profundas Que ao crescer e me tornar jovem me confundiam com as flores Por eu viver escondida no meio do jardim Passava desapercebida, o verão vinha e eu me alegrava O outono e o inverno davam o ar da graça e eu murchava Na primavera me arrumava a procura de um amor e nada Porque eu me escondia no meio das flores irradiadas Fui crescendo até que um dia você me encontrou Escondida no canto do jardim a espera de um amor Desde esse dia não preciso mais me camuflar Posso ser a rosa mais vermelha e a flor mais cheirosa Tudo isto para te agradar
Thayra Azevedo

Confiança

"Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará."
Salmo37:4-5

terça-feira, 24 de março de 2009

Nós somos ricos com Deus

Existem momentos em nossas vidas que automaticamente a alma reclama com insatisfação. Talvez não tenha uma determinada fase para isso ocorrer, porém como diz a palavra de Deus em Eclesiastes 3:1-8: “há tempo determinado para tudo”, até para angústias. Quando se tem esses questionamentos, a alma se entristece e buscamos no Senhor formas de melhorar. Como diz um louvor: “Quero aprender com meus erros e não mais cometê-los, sei que não vai ser tão fácil, mas difícil é continuar no erro, viver no mesmo desespero e ficar para trás...” Nesses períodos, Deus nos mostra coisas que podemos não querer acreditar, Ele nos revela verdades e nos injeta coragem e ânimo, porém ir em frente depende de nós. Na verdade, todos os filhos de Deus são ricos e não deveriam ter ‘períodos de questionamentos’, no entanto a natureza humana falha e nos leva a cometer erros duvidosos. Como Pai, Deus corrige a quem ama. Tudo o que escreveu em sua palavra é real e revitaliza a alma. Uma das coisas mais importantes para nos manter firmes em Deus é o equilíbrio da Mente, Espírito, Físico e Emoções (MEFE), talvez uma árdua tarefa se ousarmos caminhar sozinhos, mas com Deus será diferente. Ele vai estar sempre ao nosso lado para nos ajudar a manter o equilíbrio Mefe. Com tudo equilibrado, Deus traz à existência o que não existe, e nos faz lembrar que somos os seres mais ricos de todo o mundo. Por uma série de razões, somos ricos. Pelo amor que Jesus demonstrou e consequentemente nos beneficiou com perdão, benção e tudo o que nós podemos usufruir em sua presença. Por isso somos ricos, porque o Criador ama e conhece suas criaturas uma a uma. Em Apocalipse, capítulo 3:17a, Deus mostra uma essência escondida entre as palavras. Durante essas ‘crises’ podemos ler as palavras deste versículo que em cada momento sentiremos Deus falando de várias maneiras. Não temos motivos para ficarmos tristes. Se a cada manhã temos o privilégio de acordar, nós somos ricos, porque antes de tudo Deus nos amou primeiro. “Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta;” Apocalipse 3:17a. Os filhos de Deus são ricos. Você é rico da presença de Deus, de amor e de bênçãos dos céus. Toda vez que a alma doer, pense na riqueza de viver em Deus; quando as lutas e desertos surgirem em seu caminho, saiba da importância e riqueza que tem. Pode não ser fácil, e não será, porém a melhor recompensa é ouvir Deus, com carinho, dizendo que você é rico e não tem falta de nada. Porque Ele está te mostrando que a maior riqueza você já tem: Ele.
Thayra Azevedo
*Originalmente publicada na edição de fev/mar do Jornal Mundo Gospel

segunda-feira, 23 de março de 2009

Lula rebate crítica de que Bolsa-Família é 'esmola' a famílias

Presidente diz não entender por que o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos 'agrediu tanto' o governo
*Angela Lacerda O presidente Lula referiu-se duas vezes às críticas feitas pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que chamou de "esmola" o programa Bolsa-Família, na sua visita desta segunda-feira, 23, a Pernambuco, a terceira neste ano. Em uma entrevista exclusiva ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, logo ao desembarcar vindo de São Paulo, ele disse não entender por que o senador, com quem sempre teve uma boa relação, "agrediu tanto" o governo e o programa. Voltou a falar do assunto, em discurso no município metropolitano de Vitória de Santo Antão, ao inaugurar uma unidade da Sadia, desta vez sem citar o nome do senador. "Tem gente que fala mal do Bolsa-Família, diz que é esmola", afirmou. Segundo o presidente, se para um cidadão que pode dar uma gorjeta de R$ 100,00 em um hotel cinco estrelas isso não é nada, uma mãe de família com esse dinheiro na mão faz a multiplicação dos pães. "É isso que parte da elite brasileira não enxerga", disse, ao lembrar que há anos não se ouve mais falar das frentes de trabalho que eram criadas nos períodos de seca no semiárido, com os trabalhadores ganhando R$ 30,00 por mês para bater uma enxada sem nada produzir. "Isso acabou". Indagado por Geraldo Freire sobre as especulações de um confronto entre o governador Eduardo Campos (PSB) e o senador e ex-governador Jarbas Vasconcelos, pelo governo de Pernambuco, em 2010, Lula disse ter "cara e lado" em Pernambuco. Apoia Eduardo, com quem tem uma aliança estratégica nacional, e acredita na conquista do seu segundo mandato à frente do governo estadual. Quanto ao confronto, disse ser ainda cedo para se saber quem será o adversário do socialista.
*Originalmete publicado no www.estadao.com.br

Jesus, manancial de águas vivas

Saindo o homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir, mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos.
De novo mediu mil, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos lombos.
Ainda mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar; pois as águas tinham crescido, águas para nelas nadar, um rio pelo qual não se podia passar a vau”.
Ezequiel 47:1-5
Onde está o nível de sua confiança, dependência e intimidade com Deus?
Nos artelhos (tornozelos) que é superficialidade? Está nos joelhos que quer dizer se curvar diante de Deus, adoração? Nos lombos que significa responsabilidade na obra de Deus? Ou você está mergulhando no rio de Deus?

Planeta Água

22 de março Dia Mundial da Água
"A água doce é um recurso renovável pela própria natureza. O tal de ciclo hidrológico... Renovável, sim; porém limitado. A oferta de água já foi atropelada pela demanda em quase todo o mundo. O consumo, a poluição e o desperdício, fazem dela um recurso natural cada vez mais valioso, porque cada vez mais insuficiente".
*Condensado de texto original de Joelmir Beting

sexta-feira, 20 de março de 2009

Dia do blogueiro

Só para não passar em branco o dia de hoje...
Parabéns campanheiros de blogs.
Hoje, 20 de março, é o DIA DO BLOGUEIRO!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Postura pró-vida de menina de 12 anos comove professora pró-aborto

*Kathleen Gilbert A menina “Lia” de 12 anos, que vive em Toronto, Canadá, virou estrela na sua escola e no Youtube com seu discurso pró-vida de cinco minutos, feito para uma competição escolar. Apesar do desânimo e oposição total, a apresentação de Lia tão bem feita que ela ganhou a competição, embora ela tivesse sido avisada que ela seria desqualificada, devido à mensagem “polêmica” de seu discurso. O discurso está disponível no Youtube onde já foi visto mais de 100 mil vezes e produziu discussões acaloradas. (Veja: http://www.youtube.com/watch?v=wOR1wUqvJS4&feature=channel_page). “E se eu lhe dissesse que neste exato momento, alguém está escolhendo se você deveria viver ou morrer?” começa a menina charmosa no seu discurso que está gravado no Youtube. “E se eu lhe dissesse que essa escolha não foi baseada no que você poderia ou não fazer, no que você fez no passado, ou no que você faria no futuro? E se eu lhe dissesse que você nada poderia fazer para impedir isso? Colegas alunos e professores, milhares de crianças estão neste exato momento nessa situação. Alguém está escolhendo o destino de bebês sem mesmo conhecê-los. Estão escolhendo se eles irão viver ou morrer. Esse alguém é a própria mãe. E essa escolha é o aborto”. Lia, falando facilmente e com entusiasmo radiante, dispara respostas a várias objeções comuns no breve discurso. “Por que pensamos que só porque um feto não pode falar ou fazer o que fazemos, ele não é ainda um ser humano?” pergunta ela. “Alguns bebês nascem depois de cinco meses. Será que esse bebê não é humano? “Jamais diríamos isso. Contudo, abortos são realizados em fetos de cinco meses todos os dias. Será que só os chamamos de seres humanos se alguém os quiser? “Pense nos direitos da criança, que nunca lhe foram dados. Não importa quais direitos sua mãe tenha, não significa que podemos negar os direitos do feto”, disse ela. “Precisamos nos lembrar de que com nossos direitos e nossas escolhas vêm responsabilidades, e não podemos arrancar direitos dos outros para evitar nossas responsabilidades”. A mãe de Lia diz que o assunto foi escolhido pela própria filha, e que ela estava determinada a não ceder, até mesmo depois que os professores lhe disseram que sua apresentação era “adulta demais” e “polêmica demais”. “Ela também foi avisada de que se fosse adiante com o assunto, ela não teria permissão de continuar na competição de discurso”, escreveu a mãe de Lia no blog Moral Outcry. “Inicialmente, tentei ajudá-la a achar outros assuntos sobre os quais falar, mas no fim ela estava inflexível. Ela queria continuar com o assunto do aborto. Assim, ela desistiu de sua chance de competir a fim de falar sobre algo que está profundamente em seu coração”. A mãe disse para LifeSiteNews.com que um das professoras da menina apoiou seu discurso, muito embora a professora fosse pró-aborto. “Depois de ajudar Lia a fazer o discurso ela disse, ‘Isso realmente me fez pensar’”, observou a mãe. Na competição escolar, a mãe disse que um dos jurados da competição era outra professora pró-aborto que “nem mesmo queria ouvir” o discurso da menina, e saiu de sua cadeira pouco antes de Lia começar. Depois do discurso, que a família de Lia disse que foi bem recebido pelos estudantes e pelos professores, os jurados inicialmente disseram para Lia que ela havia sido realmente desqualificada. Mas uma polêmica entre os jurados acabou levando a uma reversão, e a família de Lia ficou sabendo no dia seguinte que os jurados concordaram que a menina merecia vencer a competição. Quando perguntada sobre o que inspirou Lia a prosseguir no assunto com tanta insistência, sua mãe disse:“Ela se envolveu nesse assunto com paixão, e pesquisou muito. Realmente creio que é algo que Deus colocou no coração dela”.
*Originalmente publicado no site www.jesussite.com.br

quarta-feira, 18 de março de 2009

Posso...

Posso ainda não ser perfeita Mas acredito que ainda chego perto Posso ter defeitos, ser indefesa Mas luto e corro atrás do tempo esperto Posso ter medos e frustrações Mas Deus me ajuda nas desilusões Posso ás vezes ser um furacão Mas em meu peito vive a paixão Posso ser desastrada e me esquecer Mas nunca deixo de me lembrar de você Posso tantas coisas e não perceber Mas a vida, não posso deixar de viver
Thayra Azevedo

Rio terá projeto para melhorar coleta seletiva e reciclar lixo

O governo do Rio de Janeiro vai implantar no estado o projeto Dê a Mão para o Futuro – Colabore com a Reciclagem e Ajude a Gerar Trabalho e Renda, que já vem sendo desenvolvido em cinco municípios de Santa Catarina. O objetivo é criar uma solução técnica, ambiental, econômica e socialmente adequada para a gestão dos resíduos sólidos urbanos. Segundo informações da Secretaria Estadual do Ambiente, serão utilizados sistemas locais já existentes de coleta seletiva municipal e associações ou cooperativas de catadores. Além de atender à legislação e promover a coleta seletiva, o projeto visa a estimular e a ampliar a organização social dos catadores de recicláveis nos municípios envolvidos. Para viabilizar a implantação do projeto no estado, a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, assina hoje termo de cooperação técnica com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla), que já participam da experiência em Santa Catarina. Com duração de 24 meses, o projeto inclui campanha de conscientização da população sobre a importância do consumo consciente e da cooperação com a coleta seletiva, a fim de aumentar o volume de resíduos recicláveis a serem recolhidos. De acordo com a Secretaria do Ambiente, o projeto prevê a participação das prefeituras, que vão providenciar e manter a infra-estrutura e o espaço necessários para o funcionamento das associações e cooperativas de catadores, além de se comprometer a destinar a essas entidades os materiais recicláveis provenientes da coleta seletiva.
*Originalmente publicado no O Dia Oline

terça-feira, 17 de março de 2009

Audiência pública discute cursos de jornalismo

Acontece na próxima sexta-feira (20) no Rio de Janeiro, a primeira audiência pública que discutirá a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo. Nessa primeira edição, que terá como público o segmento acadêmico, a comissão constituída pela Secretaria de Educação Superior (Sesu) para subsidiar o Ministério da Educação no trabalho de revisão receberá professores, pesquisadores e intelectuais para a discussão das novas propostas. Até 30 de março, alunos, professores, pesquisadores, profissionais e representantes da sociedade civil podem enviar suas contribuições sobre dois principais temas: o perfil desejável do profissional do jornalismo e as principais competências a serem adquiridas durante a graduação. O endereço para o envio é consulta.jornalismo@mec.gov.br.
*Originalmente publicado no Portal do MEC (http://portal.mec.gov.br)

segunda-feira, 16 de março de 2009

Terra seca

*Judson Oliveira
Senhor a minha oração
Se tornou sequidão
Se tornou um deserto
E até a minha adoração
Já não passa de canções
E palavras repetidas
Abre os céus Senhor
E deixa a chuva descer
A terra seca está aqui
A terra seca sou eu
Deixa a água descer
Deixa a chuva molhar, encharcar,
Esta terra seca

Sexta-feira é dia ...

de caldo com a 'galera'.

O Quadro

*Desconhecido Um homem havia pintado um lindo quadro. No dia de apresentá-lo ao público, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão. Afinal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso. Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve caloroso aplauso... Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro. A porta não tinha fechadura. E intrigado, foi perguntar ao artista: - Sua porta não tem fechadura, como se fará para abri-la? "É assim mesmo. - respondeu-lhe o artista - Esta é a porta do coração humano, só se abre pelo lado de dentro. Somente nós podemos abrir a porta do coração para que Jesus possa entrar. E você? Já abriu a porta de seu coração para que JESUS possa entrar? Faça isso e você sentirá a diferença em sua vida...

sexta-feira, 13 de março de 2009

Party no AP305

A festa do AP 305, que aconteceu no último sábado, foi para inaugurar a nova moradia de Ananda Valente e Josi Sampaio. O pequeno ap foi menor ainda para animação da galera, tinha gente 'saindo' pela janela. As dondocas 'para variar' colocaram músicas, que prefiro nem comentar. Não poderia deixar de postar uma lembrancinha da primeira festa, que teve como frase da noite: "Dez salários mínimos". Eu explico. Isso tudo, porque com toda animação e barulho, caso fossem multadas, as meninas precisariam pagar R$ 4.650,00. Resta saber se é este preço mesmo, do salário mínimo federal ou do estado do Rio, que tem outro valor de R$ 512,00 ou 515 reais. O que importa é que me diverti. beijos

Rio lança campanha Analfabetismo Zero, ainda este mês

A campanha será voltada para trabalhadores de indústrias
Zerar o analfabetismo até o ano de 2010, em todo o estado do Rio é o objetivo do governo em parceria com o Sistema FIRJAN, por meio do SESI-RJ. Será lançado ainda este mês a campanha Analfabetismo Zero, para alfabetizar 4 mil pessoas utilizando a metodologia TransFORMAR, aprovada pela ONU e que já formou 130 mil no estado em programas passados. O Ministério do Trabalho calcula em 3.396 os analfabetos na indústria fluminense. O projeto prevê um número maior, para o caso de ter havido subnotificação. A iniciativa começa com uma convocação feita pelo presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, por meio de uma carta que será enviada a 9.500 empresas do estado. Em vídeo institucional, o presidente reforçará a mensagem: "Se na sua empresa trabalham analfabetos, indique-os para o projeto. Todo o programa educacional é gerenciado pelo SESI-RJ, e você só precisa indicar os alunos e ceder espaço para as aulas. Assim, você poderá contar com funcionários com mais qualidade de vida e mais produtivos, gerando mais resultados para sua empresa". Além disso, equipes do Sistema FIRJAN vão fazer visitas às empresas. A partir da localização dos analfabetos, o SESI-RJ será o responsável por montar salas de aula, implantar o projeto, contratar e capacitar professores, fazer o monitoramento e a supervisão pedagógica e fornecer o material didático. Cada turma terá no máximo 20 alunos. As aulas estão previstas para começar em maio, com duração de seis meses, quatro dias por semana. A carga horária total será de 240 horas. O público-alvo do programa é o industriário que não sabe ler e escrever; reconhece e escreve letras do alfabeto, mas não faz junção de sílabas; reconhece e escreve famílias silábicas, mas não faz combinações para formar palavras; lê e escreve palavras, mas não as organiza em frases simples; e que apenas assina o nome. Neste ano, o SESI-RJ e o SENAI-RJ vão oferecer mais de 37 mil vagas gratuitas em seus programas educacionais para a população de baixa renda do Estado. As vagas estão sendo distribuídas por etapas, bolsas de estudo, convênios com sindicatos empresariais, acordo com o Governo do Estado.
Originalmente publicado no site do Governo do Estado (www.imprensa.rj.gov.br)

Eu aceito

*Por Roberta Faria
Editora-chefe da revista Sorria As melhores histórias que conheço são sobre o amor. Amor que vence abismos enormes, supera todos os perigos e perdas, vive de coincidências inacreditáveis, navega sem balançar num mar de grandes certezas. Amor que é, simplesmente. E porque é, sem “talvez”, “será?” e “e se...”, não sofre de nada senão saudades e alguns desencontros.
Essas histórias não são as minhas. Nem das pessoas que conheço. São as histórias inventadas de livros, filmes, novelas e músicas nas quais tudo é possível e acaba bem, sem grandes explicações, mesmo quando as coisas vão mal. São as histórias grandiosas que me pego querendo ter, comparando com as que vivo – e que, mesmo sendo bem comunzinhas, conseguem ser sempre muito mais difíceis de resolver.
Mas acontece que o amor não é sobre mágica, sorte, merecimento nem destino. Amor, venho descobrindo com o passar dos anos e das histórias reais, é sobre aceitação. Aceitar que, bem, não há magia. Aceitar que quem amo é imperfeito, confuso e com frequência não faz o que eu gostaria. Aceitar que eu mesma sou falha, complicada e com frequência desaponto o outro. Aceitar que há dias bons, dias sem graça, dias realmente ruins. Aceitar que, por mais que faça planos, ensaie conversas definitivas e espere o melhor, eu estou sujeita ao incontrolável: a vida é imprevisível, as pessoas o são mais ainda, e as coisas não acontecem sempre do meu jeito.
Amor é sobre aceitar que não necessariamente o que eu acho de alguém é o que ele é de verdade. É aceitar que, por mais que eu peça, tente, queira, ninguém muda, se não estiver a fim, por conta própria. É também aceitar que não adivinhamos pensamentos: nem eu, nem o outro. Aceitar que discordamos muito e erramos bastante. Até aceitar que, por maior que seja o amor, uma relação pode fazer mal, e tenho que aceitar meus limites. E amor é, principalmente, sobre aceitar que tudo – brigar ou tolerar, desistir ou insistir, ser feliz ou sofrer – é minha escolha, minha responsabilidade. Se fiquei, é porque quis, e não há a quem culpar.
À medida que entendo isso, lido melhor com minhas histórias. e, sabe, vou descobrindo que, com todo o esforço que é preciso, elas são muito melhores do que aqueles romances. Porque são minhas. E o amor de verdade, com todas as suas confusões, é a coisa mais extraordinária da minha vida. Me faz querer ser uma pessoas melhor, me dá esperança, me faz sentir viva. Eu aceito. Espero que, depois de [saber] histórias reais, você se inspire a aceitar também.
*Editorial originalmente publicado na 6ª edição da revista Sorria, jan/fev 2009.

quarta-feira, 11 de março de 2009

A 'Dona' Joaninha se foi

Antes do carnaval, estive na casa de uma amiga da minha mãe, na verdade ela conhece mamãe desde antes de eu nascer, devem ter uns 25 anos de ‘amizade’. Lá eu vi a dona Joaninha, a famosa senhorinha, linda que me ‘rezava’ quando eu era criança. Tinha uma imagem muito boa dela, ela era uma vozinha maravilhosa, e quando a vi me apaixonei por ela, me senti tão bem e feliz em revê-la, mesmo ela não entendendo que era eu. Na madrugada de hoje, os anjinhos do Senhor vieram buscá-la por inteiro, há mais de dez anos ela sofria da doença de Alzheimer. Ao mesmo tempo, que poderia ser triste ver aquela mulher forte, tão bonita quando jovem e que tinha uma vitalidade e força de se desejar, eu não me senti mal, não sei explicar o que senti, mas sei que foi Deus quem me enviou lá. Senti a calma dos anjos, senti a paz de Deus em sua presença, não havia tristeza, pelo contrário, sentia-se muito amor no ar. Só pode ter sido Deus que me levou aquele lugar, falei muito com a filha dela, a amiga de minha mãe, como uma espécie de preparação, por isso me sinto tão ligada a este fato. Tenho certeza que Deus faz tudo na hora certa, demorou quase dez anos para ela ir, foi de repente e, ao mesmo tempo, esperado. Zilá, sua filha, orava para Deus leva-la, porque dona Joana, não mais vivia, apenas vegetava e, Zilá estava cansada, a luta era grande para ela guerrear sozinha. Deus esta cuidando de todos, da família e da dona Joaninha, que nessas horas deve estar no colo de Deus. A dona Joaninha se foi e só deixou para mim amor e paz, muita paz! Que Deus leve Joaninha em seus braços. Vá com Deus, vozinha linda!
*Thayra Azevedo

terça-feira, 10 de março de 2009

Liderança

“Um exército de ovelhas liderado por um leão derrotaria um exército de leões liderado por uma ovelha”.
(Provérbio Árabe)

Sorria

Para ser feliz agora
A editora Mol, em parceria com o Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) desenvolve o projeto que resulta na revista Sorria*. Eu tive acesso a ela hoje porque encontrei no criado mudo da minha avó, que teve acesso através da maior patrocinadora, a Droga Raia (não é jabar é a divulgação de um trabalho de responsabilidade social).
A publicação é bimestral e dedica-se à felicidade! A revista custa apenas R$ 2,50 e toda a renda arrecadada com a venda é revertida para o Graac. Ela foi lançada em 2008 e já está na 6ª edição. A capa da primeira edição trouxe o tema Generosidade, a da sexta aborda o Amor. Conta histórias extraordinárias de pessoas comuns, como eu e você!
Aprovado a postura da revista!
*Thayra Azevedo

Freedom

A liberdade me cativa!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Trabalho, para que te tenho

A expressão “trabalho, para que te tenho” define o que, acredito eu, passar na mente de algumas pessoas que não gostam de seus trabalhos. A maior parte delas acordam cedo, algumas até madrugam, o que pode ser uma boa desculpa para não ‘gostar’ do trabalho. Gostar do trabalho é uma característica um pouco rara. Acordar cedo, ter rotina de trabalho, quase ninguém gosta. Há um tempo tenho observado uma trocadora de ônibus, que todas as vezes que a encontro está de MUITO mal-humor, pode ser de manhã, te tarde ou de noite. A cara dela é sempre igual. Que Deus possa abençoá-la. Mal-humor é uma das piores coisas que conheço. Trabalhar assim é complicado, ainda mais quando se relaciona com o público. Por mais que se tenha um bilhão de problemas, um sorriso uma vez ou outra, não faz mal. Não é mal da profissão, é da pessoa. Pode ser cantora, atriz, policial, trocador, motorista, empresário, jornalista, carteiro, pianista, não importa a função, precisa-se ter uma pitada de alegria. Ela alimenta a alma e o espírito. Tenho vontade de perguntar o porquê dela ser assim (a trocadora), mas como uma vez ela cuspiu marimbondos, abelhas, cobras e lagartos em mim, por causa de uma carteira de passe, eu prefiro ‘orar’ pela vida dela. Em todos os lugares, infelizmente, sempre terá um mal-humorado, essas pessoas se tornam desagradáveis e afastam os outros de perto delas. Quem convive com pessoas em seus trabalhos precisa no mínimo ser educado, faz parte dos ‘princípios’ humanos. Eu acredito que, você conheça, pelo menos uma pessoas do tipo “trabalho, para que te tenho”.
*Thayra Azevedo

Minhas meninas ♥

Amanda Canuto e Ananda Valente.
Amo vocês minha meninas. A dupla escandalosa do MN.
As que dançam sem parar, uma música que eu não 'suportar'.
Elas gritam, impõem ideias e fazem a festa.
Adoro vocês amigas!
*Thayra Azevedo

‘Rasgação’ de seda para o Ronaldo

Ontem foi o Dia Internacional da Mulher, mas depois do gol do Ronaldo contra o Corinthias, se tornou o dia Do Ronaldo. Foram 420 dias em jejum, como diz o povo do futebol, o fenômeno fez um gol, empatando o jogo em 1 x 1. Durante pelo menos 10 minutos só se ouviu ‘rasgação’ de seda do Cléber Machado para o autor do gol, como ele mesmo disse durante a narração ontem: “Um roteiro escrito por um dos melhores roteiristas”. Depois do gol, os jornalistas correram para cima dele, falaram pouco do alambrado quebrado por ele, o foco foi na recuperação, afinal todos merecem segunda chance. O que mais indigna é que durante os 420 dias o que se ouviu foi: “o Ronaldo está gordo”, “fora de forma”, “não faz mais gol”, “está em jejum”, e muitas outras expressões derivadas. Jornalista é mesmo uma benção, fala mal o ano inteiro e de repente por um gol começa a jogar confete. Quando é para rasgar seda, rasga até demais. Pode ser comentarista, apresentador, jornalista, não importa, haja paciência. O Faustão quando foi elogiar o Ronaldo já começou com a frase: “O Ronaldo é igual massa de pão, quando mais bate, mais cresce”. No decorrer dos confetes, Fausto se esqueceu até do Garrinja, do Roberto Dinamite, do Zico, entre outros, e disse que o Ronaldo era o melhor jogador de futebol depois do Pelé. Realmente foi um Carnaval, com direito a confetes coloridos, serpentinas, roupas de seda e purpurina. Nada contra o jogador, mas ninguém merece ouvir o ano todo o povo falar mal e, depois elogiar de uma forma que causa enjoou. Parece falsidade. Socorro, onde fica a verdade neste universo midiático? “Quando Deus criou o confete derramou todo ele em cima do Cléber Machado e do Faustão”, haja paciência para tanta ‘rasgação’ de seda!
*Thayra Azevedo

Feliz Dia da Mulher

"Mulher é mesmo interessante, mesmo brava é linda, mesmo alegre, chora, mesmo tímida, comemora, mesmo apaixonada, ignora, mesmo frágil é poderosa!"
*Autor desconhecido
*Originalmente publicada no Blog Jornalista de Opinião

sexta-feira, 6 de março de 2009

Educação ao contrário

*Olavo de Carvalho Clicando no Google a palavra "Educação" seguida da expressão "direito de todos", encontrei 671 mil referências. Só de artigos acadêmicos a respeito, 5.120. "Educação inclusiva" dá 262 mil respostas. Experimente clicar agora "Educar-se é dever de cada um": nenhum resultado. "Educar-se é dever de todos": nenhum resultado. "Educar-se é dever do cidadão": nenhum resultado.Isso basta para explicar por que os estudantes brasileiros tiram sempre os últimos lugares nos testes internacionais. A ideia de que educar-se seja um dever jamais parece ter ocorrido às mentes iluminadas que orientam (ou desorientam) a formação (ou deformação) das mentes das nossas crianças. Eis também a razão pela qual, quando meus filhos me perguntavam por que tinham de ir para a escola, eu só conseguia lhes responder que se não fizessem isso eu iria para a cadeia; que, portanto, deveriam submeter-se àquele ritual absurdo por amor ao seu velho pai. Jamais consegui encontrar outra justificativa. Também lhes recomendei que só se esforçassem o bastante para tirar as notas mínimas, sem perder mais tempo com aquela bobagem. Se quisessem adquirir cultura, que estudassem em casa, sob a minha orientação. Tenho oito filhos. Nenhum deles é inculto. Mas o mais erudito de todos, não por coincidência, é aquele que frequentou escola por menos tempo. A ideia de que a educação é um direito é uma das mais esquisitas que já passaram pela mente humana. É só a repetição obsessiva que lhe dá alguma credibilidade. Que é um direito, afinal? É uma obrigação que alguém tem para com você. Amputado da obrigação que impõe a um terceiro, o direito não tem substância nenhuma. É como dizer que as crianças têm direito à alimentação sem que ninguém tenha a obrigação de alimentá-las. A palavra "direito" é apenas um modo eufemístico de designar a obrigação dos outros. Os outros, no caso, são as pessoas e instituições nominalmente incumbidas de "dar" educação aos brasileiros: professores, pedagogos, ministros, intelectuais e uma multidão de burocratas. Quando essas criaturas dizem que você tem direito à educação, estão apenas enunciando uma obrigação que incumbe a elas próprias. Por que, então, fazem disso uma campanha publicitária? Por que publicam anúncios que logicamente só devem ser lidos por elas mesmas? Será que até para se convencer das suas próprias obrigações elas têm de gastar dinheiro do governo? Ou são tão preguiçosas que precisam incitar a população para que as pressione a cumprir seu dever? Cada tostão gasto em campanhas desse tipo é um absurdo e um crime. Mais ainda, a experiência universal dos educadores genuínos prova que o sujeito ativo do processo educacional é o estudante, não o professor, o diretor da escola ou toda a burocracia estatal reunida. Ninguém pode "dar" educação a ninguém. Educação é uma conquista pessoal, e só se obtém quando o impulso para ela é sincero, vem do fundo da alma e não de uma obrigação imposta de fora. Ninguém se educa contra a sua própria vontade, no mínimo porque estudar requer concentração, e pressão de fora é o contrário da concentração. O máximo que um estudante pode receber de fora são os meios e a oportunidade de educar-se. Mas isso não servirá para nada se ele não estiver motivado a buscar conhecimento. Gritar no ouvido dele que a educação é um direito seu só o impele a cobrar tudo dos outros — do Estado, da sociedade — e nada de si mesmo. Se há uma coisa óbvia na cultura brasileira, é o desprezo pelo conhecimento e a concomitante veneração pelos títulos e diplomas que dão acesso aos bons empregos. Isso é uma constante que vem do tempo do Império e já foi abundantemente documentada na nossa literatura. Nessas condições, campanhas publicitárias que enfatizem a educação como um direito a ser cobrado e não como uma obrigação a ser cumprida pelo próprio destinatário da campanha têm um efeito corruptor quase tão grave quanto o do tráfico de drogas. Elas incitam as pessoas a esperar que o governo lhes dê a ferramenta mágica para subir na vida sem que isto implique, da parte delas, nenhum amor aos estudos, e sim apenas o desejo do diploma.
*Originalmente postado no site Jesus Site

quinta-feira, 5 de março de 2009

Dance conforme a música

Em menos de uma semana, eu soube de cinco casais que *“break up your relationships”. O que será isto? Falta de amor? Falta de respeito? Falta de cumplicidade? Falta de direção de Deus? Difícil resposta. Todo relacionamento tem seus pilares, e cada um é de uma maneira. Têm os “que seja eterno enquanto dure”, os “é só curtição”, os “esse é para sempre” e, assim por diante. Tente refletir, caso tenha um companheiro (a), qual seria o tipo do seu relacionamento. Você pode se relacionar com muitas pessoas, cada experiência será diferente. Primeiro, porque as pessoas são distintas, e você poderá estar menos ou mais maduro. Enfim, as circunstâncias, o tempo interior e exterior, o outro, tudo será diferente. Se relacionar é sempre uma tarefa árdua, o paple que temos é saber “dançar conforme a música”, para não sair do show sem par. Amor não é coisa só para psicólogo decifrar, físico explicar, cientista pesquisar, é um sentimento criado por Deus e que deve ser vivido por todos os seres humanos. “O amor mão faz mal ao próximo, de sorte que o mandamento da lei é o amor”. RM13:10. Amor é para ser sentido, que vem de sentir = sentimento. Paixão, amor, atração, não importa, cada um tem uma definição. Todos os três sentimentos mexem com a alma, com o corpo e com o espírito. Dance conforme a música, sinta o vento em seu rosto, deixe se apaixonar, até mesmo que não parece não valer a pena. O amor é um combustível a mais para a vida, junto com o sonho e uma pitada de pé no chão, são armas indestrutíveis de serem guardadas dentro do peito e, capaz de vencer guerras. É só dançar conforme a música!
Thayra Azevedo
*Break up your relationships - romperam suas relações, terminaram.

amizade...

"A amizade é um amor que nunca morre"!
Mario Quintana

quarta-feira, 4 de março de 2009

Não mal trate animais!

Como de costume, leio, através da internet, a edição impressa do JB. A matéria de capa de hoje é ambientalista. Ela vem com um título nada surpreendente: “Maus-tratos ao invés de proteção”, quanto ao subtítulo, este sim pode ser para alguns: “Ambientalistas acusam Ibama de comércio ilegal e negligência no tratamento dado pelo órgão a animais silvestres apreendidos em Salvador”. Corrupção infelizmente não é novidade. Falou tudo e, claro, me chamou atenção. A notícia denuncia os maus-tratos a animais em Salvador, porém acredito que aconteça em todos os lugares do mundo. O comércio ilegal de animais é lucrativo, e a maior parte das pessoas estão mais preocupadas com as “verdinhas” que com o bichinhos. Posto o texto do ambientalista Dener Giovanini é fundador e coordenador geral da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), (www.renctas.org.br), que, em particular eu apoio. Agora peço de coração, a quem ler, vamos continuar buscando melhorar o mundo. É possível sim, porém depende de cada um de nós. Maus-tratos a animais existem em todos lugares, até na casa do seu e do meu vizinho. Denuncie maus-tratos a animais!! Vai o texto:
Comércio da vida silvestre: o ético e o ilegal
*Dener Giovanini AMBIENTALISTA
A Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) completa, em 2009, 10 anos de atuação no combate a essa atividade criminosa que tantos danos causam a nossa biodiversidade. Nesse período acumulamos experiência e adotamos várias estratégias no sentido de obtermos êxito em nossos objetivos.
As vitórias foram maiores que as derrotas. Conseguimos lançar luz sobre um tema até então pouco falado e conhecido no Brasil. Mobilizamos a opinião pública com o apoio da imprensa e obtivemos grande sucesso diante da necessidade de construirmos uma política pública eficaz para enfrentar esse problema. Foram quase 4 mil agentes públicos treinados em 17 workshops realizados no país, diversas publicações sobre o assunto e incontáveis ações destinadas a contribuir com a formação de uma nova consciência ambiental.
Hoje, percebemos que estamos diante da necessidade de uma nova forma de atuação. Não adianta mais nos repetirmos. O que precisava ser feito, o foi, com ousadia, determinação e seriedade. Hoje o Brasil sabe que o tráfico de animais existe e que o mesmo não é apenas uma maneira alternativa e inocente de um cidadão ganhar um dinheirinho extra. As CPIs das quais tivemos oportunidade de participar e contribuir constataram a abrangência dessa atividade ilícita e, principalmente, o nível altamente profissional das quadrilhas que atuam nesse ramo, muitas vezes associadas ao tráfico de armas e de drogas.
A necessidade de uma nova postura e atuação frente a esse crime ambiental origina-se, principalmente, no fato de precisarmos buscar uma alternativa eficiente que impacte diretamente na diminuição da demanda por parte da sociedade. A legislação ambiental precisa ser aprimorada e a repressão mais aparelhada, mas em essência, só isso não basta. A diminuição da demanda passa necessariamente por duas discussões fundamentais: uma forte iniciativa educativa, no sentido de desestimular a compra, pela sociedade, de animais oriundos do comércio ilegal e, a mais polêmica: definir claramente o papel da criação comercial no combate ao tráfico de animais silvestres.
Parte do movimento ambientalista não admite sequer debater a segunda alternativa. Alegam que o comércio legal é antiético por comercializar a vida, que gera lucros exorbitantes para os criadores e que os preços praticados no mercado legal – altíssimos – não afastam o consumidor do mercado ilegal.
Esses argumentos merecem respeito e, principalmente, reflexão. Porém, é necessária uma visão anticartesiana. Uma reflexão com base em fatos e não apenas em paixões. A começar devemos – sempre importante – lembrar que vivemos numa democracia, onde existem leis que nos garantem o respeito às diferenças. E a lei, nesse caso, garante ao cidadão o direito de possuir um animal silvestre de forma legal, oriundo de um criadouro devidamente credenciado pelo Ibama. Os tais lucros exorbitantes dos criadouros, que agem dentro da lei, não parecem corresponder à realidade, uma vez que o investimento numa criação comercial é uma atividade bastante onerosa, o que explica, em parte, o alto preço de venda desses animais. E o mercado consumidor, apesar de ser imenso, na prática ainda é tímido. A burocracia brasileira ainda emperra o crescimento do setor.
Quanto ao "comércio de vidas" é um argumento baseado em convicções pessoais, para o qual não existe a possibilidade de debate. E em conflitos que envolvem moral e ética invoca-se o respeito à diferença, ou seja, a aplicação da lei. Se a lei existe, certa ou errada, deve ser cumprida e, neste caso especifico, a nossa legislação, como já dito, permite o comércio da fauna silvestre. Assim como permite o comércio de outros tipos de vida, como a madeira, o frango, o boi e o escargot. Cabe a cada um apenas aplicar a sua consciência pessoal no momento de optar pela aquisição ou não de um animal silvestre oriundo de criadouro. Aos que discordam, cabe apelar ao parlamento para que a lei seja mudada.
O Brasil não irá avançar no combate ao tráfico de animais silvestres – e num plano geral, na conservação da biodiversidade – enquanto não adotar uma posição clara e objetiva sobre a criação comercial. É necessário que se tenha coragem política para assumir uma postura definitiva, mesmo que seja uma decisão que desagrade os gregos ou os troianos. A falta de transparência só favorece àqueles que se alimentam da obscuridade.
A Renctas está disposta ao debate público. Mas que seja um debate que se concentre em soluções democráticas para o país, e não apenas em interesses setoriais de ambientalistas ou de criadores. Não se trata de discutir se permite-se ou não a criação comercial – isso a lei já definiu – mas é necessário que o governo estabeleça quais serão as regras a serem seguidas e quais os seus planos para uma fiscalização eficiente do setor, que expurgue desse meio aqueles que só querem uma fachada legal para enriquecer às custas da ilicitude. Hoje, quem se dedica a criação de fauna silvestre no Brasil com o objetivo de realizar um trabalho honesto, correto e dentro da lei, sejam criadouros comerciais, conservacionistas ou científicos, serão os primeiros aliados do governo na implementação de uma ação mais rígida na fiscalização.
E, se de fato, o governo federal quer alçar a criação comercial da fauna silvestre numa alternativa ao comércio ilegal, deverá obrigatoriamente implementar, através do BNDES, uma linha de crédito para financiar o setor e criar as condições necessárias para que os preços praticados no mercado sejam mais acessíveis ao consumidor.
Esse é o desafio para os próximos 10 anos da Renctas: ajudar a construir um país de verdade, onde o faz-de-conta perca espaço para ações corajosas e inovadoras na busca de soluções que a mantenha sempre no caminho da sua missão: contribuir para a conservação da nossa rica biodiversidade.
*Publicado originalmente na edição Nº318 do ANO 118 do Jornal do Brasil

Criado comitê de Bacia da Região Hidrográfica Baixo Paraíba do Sul

Saiu hoje no Diário Oficial, do estado do Rio de Janeiro, o decreto 41.720, que cria o Comitê de Bacia da Região Hidrográfica Baixo Paraíba do Sul, integrante do Sistema Estadual de Recurso Hídricos.
A criação do comitê visa ao cumprimento do convênio de integração para a gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, que será realizada junto com a Agência Nacional de Águas, o Ceivap e os governos dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
O comitê irá decidir sobre a localização de sua sede, que deverá ser em um dos municípios de sua área de atuação. Ele será formado por plenário, diretoria colegiada e câmaras técnicas e tem 90 dias de prazo para a sua instalação, que será feita sob a coordenação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos.
*Originalmente publicado no site do governo do Estado (www.imprensa.rj.gov.br)

terça-feira, 3 de março de 2009

Governo federal usará Força Nacional para combater desmatamento

Ministérios e órgãos fiscalizadores também poderão convocar agentes. Minc diz que governo contratará outros mil agentes para Guarda Ambiental.
Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília O ministro da Justiça, Tarso Genro, assinou nesta segunda-feira (2) duas portarias que modificam a convocação e a atribuição da Força Nacional de Segurança (FNS). A partir de agora, qualquer ministério ou órgão fiscalizador do governo federal, como Ibama e Polícia Federal, poderão convocar os agentes da Força Nacional de Segurança (FNS) para participar de ações policiais e de fiscalização. Nesses casos, não será necessário que o governador do estado onde os agentes da Força Nacional atuarão autorizem a ação federal. Atualmente, a FNS só participa de ações após requisição dos governadores. Genro também criou por meio de portaria a Guarda Ambiental, que na prática atuará com homens da Força Nacional de Segurança. Inicialmente, 50 agentes serão treinados por 30 dias para combater a prática de crimes ambientais e estarão à disposição do Ibama, do Instituto Chico Mendes e do Ministério do Meio Ambiente para participar de ações. Segundo o ministério da Justiça, outros 350 homens serão treinados para integrar a Guarda Ambiental. “Nós tivemos um grande avanço com as portarias porque ganhamos o direito de convocar a Força Nacional de Segurança e teremos a capacitação desses agentes para combater os crimes ambientais”, comemorou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Minc disse que, apesar desse reforço no poder de polícia no combate aos crimes ambientais, ainda espera a contratação de mil fiscais para o Instituto Chico Mendes e para o Ibama neste ano e de mil policiais federais especializados em meio ambiente. Genro disse que na próxima contratação de policiais por concurso público a solicitação do colega do Meio Ambiente será atendida.
*Originalmente publicada no g1.globo.com

segunda-feira, 2 de março de 2009

LOUCURA: Linha telefônica direta com Deus desperta interesse na Holanda

Uma linha de telefone que seria do celular de Deus está gerando grande expectativa na Holanda, disse nesta segunda-feira o autor desta iniciativa artística, Johan van der Dong. Ao ligar o número 06-44244901 (0031-6-44244901 para quem discar de fora da Holanda) é possível ouvir uma mensagem automática que diz: "Este é o telefone de Deus. No momento não posso lhe atender, mas deixe uma mensagem ou ligue de volta mais tarde, e quem sabe o que escutará".

Segundo Van der Dong, o número direto com Deus, que ficará em funcionamento por seis meses, está recebendo "um mar de chamadas", segundo a agência holandesa "ANP". O artista escolheu um número de celular porque se encaixa com a ideia de um Deus que sempre está disponível. Com sua iniciativa, Van der Dong quer comparar um ritual tradicional - a oração - com outro moderno - fazer uma ligação por telefone. O artista já teve grande sucesso com outro projeto parecido, no qual os holandeses podiam enviar uma carta a Deus através de uma caixa postal. EFE

*Notícia publicada no O Dia online

Dia do amigo querido

Ontem, dia 1° de março, foi o dia dele, o dia do aniversário do Jader Moraes, o melhor futurO jornalista que eu conheço.
Amigo querido do meu coração, só para marcar seu dia, desejo toda a sorte de bençãos de Deus. Você sabe que mora no meu coração!
PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!PARABÉNS!!!!