segunda-feira, 9 de março de 2009

Trabalho, para que te tenho

A expressão “trabalho, para que te tenho” define o que, acredito eu, passar na mente de algumas pessoas que não gostam de seus trabalhos. A maior parte delas acordam cedo, algumas até madrugam, o que pode ser uma boa desculpa para não ‘gostar’ do trabalho. Gostar do trabalho é uma característica um pouco rara. Acordar cedo, ter rotina de trabalho, quase ninguém gosta. Há um tempo tenho observado uma trocadora de ônibus, que todas as vezes que a encontro está de MUITO mal-humor, pode ser de manhã, te tarde ou de noite. A cara dela é sempre igual. Que Deus possa abençoá-la. Mal-humor é uma das piores coisas que conheço. Trabalhar assim é complicado, ainda mais quando se relaciona com o público. Por mais que se tenha um bilhão de problemas, um sorriso uma vez ou outra, não faz mal. Não é mal da profissão, é da pessoa. Pode ser cantora, atriz, policial, trocador, motorista, empresário, jornalista, carteiro, pianista, não importa a função, precisa-se ter uma pitada de alegria. Ela alimenta a alma e o espírito. Tenho vontade de perguntar o porquê dela ser assim (a trocadora), mas como uma vez ela cuspiu marimbondos, abelhas, cobras e lagartos em mim, por causa de uma carteira de passe, eu prefiro ‘orar’ pela vida dela. Em todos os lugares, infelizmente, sempre terá um mal-humorado, essas pessoas se tornam desagradáveis e afastam os outros de perto delas. Quem convive com pessoas em seus trabalhos precisa no mínimo ser educado, faz parte dos ‘princípios’ humanos. Eu acredito que, você conheça, pelo menos uma pessoas do tipo “trabalho, para que te tenho”.
*Thayra Azevedo

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