quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Colação de grau

Parabéns aos meus amigos Joice, Robson, Thiago e ao meu amor Vinícius por mais uma etapa cumprida. Foram 4 anos suados! Vocês merecem brilhar! Que Deus ilumine o caminho de cada um!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Curso de Foto

Aulas dias 6, 13 e 20 de março no Clube Foto de VR.
Outras informações 3342-6450.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Mitos e verdades sobre cabelos

Existem por aí várias receitas e supertições envolvendo os cabelos. Fica difícil saber se podemos confiar nelas. Por isso, resolvemos reunir algumas e dizer se são verdade ou mito!

Água fria deixa o cabelo mais brilhante. Mito: Ao contrário, a água quente que danifica o cabelo. Ela prejudica a saúde dos fios, estimulando a produção das glândulas sebáceas. Elásticos e tiaras podem causar a queda dos fios. Verdade: Prender os cabelos com frequência e muita força pode levar a um processo de queda, chamado de alopécia de tração. Então, evite amarrar os fios todos os dias e só use elásticos, fivelas e tiaras nas mechas secas! Chá de camomila clareia o cabelo. Verdade: Sim, o chá de camomila clareia os fios, mas não é um descolorante. Funciona só em quem tem fios claros e quer evidenciá-los. A caspa favorece a queda. Verdade: A caspa caracteriza-se por uma oleosidade excessiva (seborréia) no couro cabeludo, seguida por inflamação e descamação. Pode associar-se à alopecia androgenética, acelerando a perda capilar. Lavar os cabelos diariamente aumenta a queda. Mito: A lavagem só ajuda a soltar aqueles fios que já estão em processo de queda. O aumento na queda pode acontecer por diversos fatores como stress, oscilações hormonais, má alimentação, tabaco, período pós-parto e predisposição genética herdada dos pais. Os cabelos crescem mais rápido no verão. Verdade: Hormônios como a prolactina e a melatonina são estimulados pelo sol, fazendo com que o bulbo capilar trabalhe mais, acelerando o crescimento dos fios. O fio branco arrancado nascerá preto. Mito: Essa é uma condição geneticamente determinada. Os fios ficam brancos porque as células próximas a eles deixam de fabricar melanina, pigmento que dá cor aos fios. Cortar os cabelos acelera o crescimento. Mito: Independente do corte, os cabelos crescem cerca de 1 cm por mês. O cuidado apenas tem o objetivo de retirar as partes danificadas, como pontas duplas, deixando o conjunto mais saudável e harmônico. Esse mito tem a ver com a idéia de podar plantas. A água do mar ajuda a diminuir a oleosidade dos fios. Verdade: Tanto o sal quanto o sol, na medida certa, ajudam a combater a oleosidade, mas não interferem na queda. As fases da lua influenciam o crescimento capilar. Mito: Não! Cortar o cabelo na lua cheia, por exemplo, não acelera o crescimento. Esta crendice tem origem nas mitologias dos povos agrícolas, que achavam que o que era bom para as plantas servia para os cabelos. Não há uma conexão entre o crescimento dos cabelos com as fases da lua.

*Do blog http://pentefino.blog.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O triste fim dos diabos da Tasmânia

Jorge Luiz Calife

O diabo da Tasmânia, um marsupial que inspirou o personagem Taz, nos desenhos animados, pode estar extinto em 50 anos. Os animais, encontrados apenas na ilha da Tasmânia, no sul da Austrália, desenvolveram uma forma de câncer transmissível que está dizimando a espécie. Restam tão poucos que os biólogos australianos temem que a espécie desapareça antes que uma cura, ou uma vacina, possa ser desenvolvida pela ciência. Desde que a doença foi descoberta, em 1996, 70% por cento de toda a população de diabos da Tasmânia já morreu. Um artigo publicado na famosa revista "Science", semana passada, resumiu as primeiras descobertas sobre a nova e misteriosa epidemia.

A equipe de cientistas extraiu os genes das células cancerosas e descobriu que a doença surgiu de uma mutação ocorrida nas células que normalmente protegem os nervos desses animais. Chamadas de células de Schwann, elas produzem um isolamento, chamado mielina, para proteger os nervos. Depois que o primeiro animal ficou doente, ele transmitiu a doença para outros, devido ao hábito que os diabos da Tasmânia têm de morder a face um do outro. No animal infectado, o tumor cresce, tomando conta da face e da garganta até que o bicho não consegue mais se alimentar e morre de inanição.

Existem poucas formas de câncer semelhantes a esta na natureza. Até agora os cientistas só conheciam um tipo de tumor em cães, que é transmitido sexualmente.

A forma como a nova doença se propaga também é diferente do que acontece nos humanos, onde o papilomavírus pode ser transmitido de uma pessoa para outra provocando tumores cervicais. No caso do diabo da Tasmânia, quando um animal morde o outro células cancerosas passam na saliva e criam uma réplica do tumor no animal infectado.

A equipe do cientista Elizabeth Murchison, da Universidade Nacional da Austrália, está correndo contra o tempo para mapear as mutações que acontecem nas células e criar uma vacina. Antes que os últimos animais morram com a doença. A pesquisa dos genes mostra que a doença é nova e se desenvolveu nos últimos 20 anos. Já foi criado um teste para diagnosticar o mal baseado em uma proteína, a periaxina, encontrada nos tumores faciais. É a primeira vez na história que uma equipe de cientistas tenta evitar a extinção de uma espécie de animais lutando contra uma nova doença. A equipe da universidade australiana também já criou um catálogo de informação genética sobre esses animais, que será útil para sua preservação.

O maior marsupial carnívoro do mundo

Atualmente o diabo da Tasmânia é o maior marsupial carnívoro do mundo. Já existiu uma criatura semelhante, maior do que ele, o tilacino, mas tornou-se extinta em 1936. Há três mil anos esses animais povoavam todo o continente australiano, mas a chegada dos colonos humanos acabou com todos eles na Austrália e restou apenas a ilha da Tasmânia como seu último refúgio. A primeira descrição do animal em um trabalho científico foi feita em 1807 pelo biólogo George Harris. Os diabos são animais noturnos que caçam outros animais menores do que eles, como coelhos e pequeno cangurus. Os uivos que eles emitem dentro dos bosques levaram os primeiros colonizadores da Austrália e chamá-los de demônios das florestas, o que levou ao nome popular de diabo da Tasmânia.

Símbolo da vida selvagem australiana, como o canguru e o urso coalha, o diabo da Tasmânia inspirou muitos trabalhos de ficção e documentários, e se tornou conhecido mundialmente devido ao personagem Taz, que vive caçando o coelho Pernalonga nos desenhos animados da Warner.

O Taz do desenho animado tem algumas característicos do animal real, como os dentes proeminentes, a cabeça grande e as pernas curtas, mas as semelhanças de comportamento são menores e se resumem ao apetite voraz, os rugidos e uma certa timidez. Ainda que a maioria das pessoas não se importe com o destino dos diabos da Tasmânia, esse tipo de pesquisa, feita pela Universidade da Austrália, pode ser vital para a sobrevivência da humanidade em longo prazo. Se os seres humanos forem ameaçados por uma nova doença contagiosa, como a que atinge os marsupiais australianos, o tipo de pesquisa genética para combatê-la seguirá os mesmos passos. Identificação da origem da mutação, mapeamento das mudanças genéticas e criação de uma vacina.

* Originalmente publicado no Diário do Vale (www.diariodovale.com.br)

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sem tempo, sem tema, sem inspiração

Tem tempo que não paro para escrever pensamentos, temas, observações, textos. Ando sem tempo, sem tema, sem inspiração. Ando tão cheia de coisas que destas coisas não me saem ideias capazes de preencher um papel. As festas passaram e 2010 começou. Tentei escrever algo a respeito, no entanto parei nas primeiras frases. Gostaria de ter feito minha retrospectiva, compartilhar com vocês meus sonhos e projetos, mas nada disso rolou, ficaram apenas na vontade.

Agora, sem sono, me sinto na obrigação de dizer algo ao mundo, de mostrar que existo, que penso e reflito. Que tenho opiniões a respeito dos acontecimentos recentes. Falar da tristeza de ver esses desastres que mataram muitas pessoas por causa das chuvas, mas não só por elas, mas também por nós estarmos destruindo a natureza. Ela tem cobrado caro por isso: o preço da morte.

Confesso que mesmo buscando escrever, nada disso me faz sentido. Palavras soltas, sem conexão, mas o intuito de escrever é bom, ‘tô’ a fim de dizer que estou sem inspiração.

Thayra Azevedo

Versículo do dia

"A glória desta última casa será maior do que a da primeira,
diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz,
diz o SENHOR dos Exércitos."
Ageu 2:9

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

"Quando a última árvore tiver caído, Quando o último rio tiver secado, Quando o último peixe for pescado, Vocês vão entender que o dinheiro não se come". Pensamento Indígena

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010