Estou na reta final de quase tudo. Monografia faltando pequenos ajustes, dia da apresentação se aproximando... e o frio na barriga cada vez mais forte. Mas não posso esquecer que esses quatro anos foram especiais para mim. Fazer jornalismo foi descobrir um amor ao trabalho, um amor que estava em mim, e eu não sabia. Esse último ano, em especial, foi estranho, corrido e ao mesmo tempo gostoso. Consegui unir em um trabalho minhas duas paixões; jornalismo e gastronomia, desenvolvendo uma monografia que pode ser a décima, se dirá a quinta sobre o tema. Em alguns dias eu serei uma jornalista de verdade, por formação. Está chegando... obrigada a todos que contribuíram para este sonho se tornar real. Em Deus tudo é possível!
Ninguém é igual ao outro, Nenhum relacionamento se assemelha à nada, Nenhuma perda pode ser comparada Os seres são individuais e nada será similar, pelo contrário, toda troca é singular. Eu pensei que lidava bem com a morte, me enganei! Já passei por inúmeras perdas nessa vida, Nenhuma foi sentida da mesma maneira. A sensação é de eterna incompleticidade, Retirando os termos estranhos, é parte de você que vai e nunca mais vai voltar, um pedaço da alma impossível de se completar É sentir-se ausente até a eternidade. O que resta é aprender a viver, Ter uma ferida aberta Que só O Criador do tempo e o próprio tempo, especialistas na medicina da dor, podem ajudar a resolver. 11.02.2021 Thayra Azevedo Poesia especial para Ananda Valente, eterna irmã de alma. E Maria Capitolina Santiago, minha eterna Capitu.
Que lindo Thayra!
ResponderExcluirÉ muito bom fazer o que gosta, não é mesmo? Eu imagino como o último ano deve ser tenso, estranho, corrido, mas no fim de tudo muito gostoso!
Parabéns!!
obrigada Taty. Vá se preparando para a monografia, são dias de tensão que só a misericórdia divina ajuda. ehehe beijos
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