
Ontem fui ao hospital, emergência do SUS, ou melhor, projeto de hospital com agá minúsculo, porque fiquei lá 1h30min sentada esperando para ser atendida e eu era a primeira da fila. Tirando a história vergonhosa da saúde no país, pessoas doentes, e um atendimento mais doente ainda, fui lá para ver “qual é”!rs
O motivo que me fez visitar este recinto, que particularmente não gosto, é uma dor de cabeça INSUPORTÁVEL que me persegue há uma semana. Se eu resolvi ir ao médico por conta própria, é porque o negócio está feio pro meu lado. Fui, né! Apesar de saber os motivos, eu precisava do parecer de um especialista. Sei que estou extressadíssima, cheia de preocupações e isso está refletindo no meu corpo, sem contar que eu sou implosiva, guardo tudo para mim, só que às vezes, como agora, resolve explodir e deixar marcar no meu físico. A causa disso: trabalho, (não vou largar), problemas financeiros (preciso ganhar mais); problemas de família (preciso esquecer)...
Desta vez minha mãe foi comigo e, como sempre, fez um discurso para o médico. Rs. Conversamos, fizemos o médico até rir e, com certeza, achar que somos doidas, rs. Falei os sintomas, disse que durmo e acordo e a dor está lá, que estamos quase íntimas, embora eu tenha antipatia desta companheira pescoçuda, rs. OBVIO, ela não foi convidada para fazer parte da minha vida!
O médico ouviu e perguntou de problemas de enxaqueca na família, NEGATIVO! Aí assim que tocou meu ombro, pronto, batata!, estou com cefaleia tensional, isso mesmo, toda tensão foi para o ombro que comprime a cabeça e faz eu ‘quase pedir para ir’ de tanta dor!!!!
Filosoficamente falando os motivos são que as minhas gavetas mentais andam desorganizadas, tem folha para todo lado, e não consigo sentar e jogar fora os papeis velhos e coloca-las em ordem.
Resumo final, dois dias de dispensa médica do trabalho, ou seja, ainda não aprendi que a saúde vem primeiro que o trabalho. E isso não é a primeira vez!
Precisams conversar. Já passei por isso.
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