“Exaltar-te-ei, ó SENHOR, porque tu me exaltaste; e não fizeste com que meus inimigos se alegrassem sobre mim. SENHOR meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste. SENHOR, fizeste subir a minha alma da sepultura; conservaste-me a vida para que não descesse ao abismo. Cantai ao SENHOR, vós que sois seus santos, e celebrai a memória da sua santidade. Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Eu dizia na minha prosperidade: Não vacilarei jamais. Tu, SENHOR, pelo teu favor fizeste forte a minha montanha; tu encobriste o teu rosto, e fiquei perturbado. A ti, SENHOR, clamei, e ao Senhor supliquei. Que proveito há no meu sangue, quando desço à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade? Ouve, SENHOR, e tem piedade de mim, SENHOR; sê o meu auxílio. Tornaste o meu pranto em folguedo; desataste o meu pano de saco, e me cingiste de alegria, Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale. SENHOR, meu Deus, eu te louvarei para sempre.” Salmos 30
Ninguém é igual ao outro, Nenhum relacionamento se assemelha à nada, Nenhuma perda pode ser comparada Os seres são individuais e nada será similar, pelo contrário, toda troca é singular. Eu pensei que lidava bem com a morte, me enganei! Já passei por inúmeras perdas nessa vida, Nenhuma foi sentida da mesma maneira. A sensação é de eterna incompleticidade, Retirando os termos estranhos, é parte de você que vai e nunca mais vai voltar, um pedaço da alma impossível de se completar É sentir-se ausente até a eternidade. O que resta é aprender a viver, Ter uma ferida aberta Que só O Criador do tempo e o próprio tempo, especialistas na medicina da dor, podem ajudar a resolver. 11.02.2021 Thayra Azevedo Poesia especial para Ananda Valente, eterna irmã de alma. E Maria Capitolina Santiago, minha eterna Capitu.
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