Pular para o conteúdo principal

Jornalismo Gastronômico

Apresentando ao mundo minha filha- traduzindo apresentando à banca minha monografia
@amandinhacanuto, @taynahandrade, a orientadora mais linda do mundo @minimalismos, eu @thayraazevedo e @jadermoraes. A orientadora e suas quatro crias
Anja Fernanda Cupolillo, a orientadora mais fofa do mundo. Obrigada por tudo!
@donaervilha, ops Sarah Fofa Nery. Por ela tenho: ADIMIRAÇÃO
Ganhamos presente! Oba \o/ e junto muitas lágrimas e emoções

Na última segunda-feira, dia 6/12 eu concluí mais um sonho da minha vida e, consequentemente marquei o fim ou o início de mais uma etapa: apresentei minha monografia.

Ando muito distante deste espaço, que faço de jardim das flores da minha vida. Me dediquei mais que meses à minha filha, a minha monografia, unindo duas paixões da minha vida: jornalismo e gastronomia. Escrevi um trabalho inovador que, tirando artigos acadêmicos, pode ser um dos dez primeiros na área de jornalismo gastronômico no Brasil. Confesso, aprendi muito e me surpreendi também com esse tema que poderia dar juz ao preconceito que as pessoas tem de considerar o jornalismo gastronômico algo secundário, pois já enfrenta a dificuldade de estar inserido na editoria de cultura, que já é vista como algo menos valorizado. Com ajuda de Deus e da minha orientadora Fernanda Cupolillo eu consegui torna-lo interessante, a ponto da banca dizer que ele era tão leve e gostoso, que a vontade era não parar de lê-lo.

Chorei, me emocionei. Como a minha orientadora disse: Tive uma dedicação e amor de mãe. Fato. Amei escrever cada palavra, cada linha, cada parágrafo. Além disso, como uma das professoras da banca disse, por mais que ela não me conhecesse dava para ver muito de mim no trabalho, um pouco do reflexo da minha alma. Acredito que seja verdade. Sou uma pessoa de personalidade leve e doce e foi exatamente isso que as pessoas disseram do meu trabalho. Obrigada, Senhor por isso! A Glória é para ti.

Como ia dizendo... apresentei! Concluí com louvor (a Deus, claro), os quatro anos da faculdade de jornalismo, com um tema lindo e que amo: gastronomia.

Valeu a pena ficar longe daqui, longe de coisas que amo e de algumas pessoas também. Pretendo seguir esta área encantadora e aprender cada vez mais. Aprendi muito, descobri que tem coisas mais profundas e a serem descobertas nesta nova vertente do jornalismo cultural, do que podemos imaginar. Afinal, “Na medida em que gastronomia é cultura, gastronomia expressa os hábitos culturais de cada povo”, como diz a querida jornalista gastronômica e chef de cozinha Rebeca Lockwood.

Comentários

  1. Sei como é trabalhoso e difícil concluir uma monografia. Parabéns, querida! Esse é o primeiro passo de uma bela vida profissional. Bjs.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Seu comentário é de suma importância. Ele será exibido após minha aprovação. Obrigada. Volte sempre. Thayra Azevedo

Postagens mais visitadas deste blog

Para todo pé descalço há um chinelo velho

A expressão que dá título a este texto é muito usada quando falamos de relacionamentos amorosos. Pensando bem, ela é mesmo uma realidade. Todos nós temos uma “cara metade”, a “tampa da panela”, a “metade da laranja”, “a mussarela da pizza” e tantas expressões, que dá para ficar listando e inventando o dia inteiro. A razão de escrever sobre isto não é, de fato, relacionamentos amorosos, mas a de mostrar como é engraçado os diferentes gostos das pessoas. Calma, não é mesmo de namoros e afins que irei falar. O assunto aqui é defeitos e qualidades, como vou dizer.... Sabe a expressão “uns gostam dos olhos e outros da remela”? é mais para este caminho do que da “alma gêmea”. Mas porque o assunto é: “Para todo pé descalço há um chinelo velho”? Ué, porque eu vou falar de pé, também! Rs Em especial, dos meus pés. Rsrs Sabe aquele “defeitinho” que você tem, ou acha que tem, mas um outro ser é capaz de achar lindo? Não estou falando apenas de namorados, pais, irmãos, parentes e afins, me ...

A eterna incompleticidade

Ninguém é igual ao outro, Nenhum relacionamento se assemelha à nada, Nenhuma perda pode ser comparada Os seres são individuais e nada será similar, pelo contrário, toda troca é singular. Eu pensei que lidava bem com a morte, me enganei! Já passei por inúmeras perdas nessa vida, Nenhuma foi sentida da mesma maneira. A sensação é de eterna incompleticidade, Retirando os termos estranhos, é parte de você que vai e nunca mais vai voltar, um pedaço da alma impossível de se completar É sentir-se ausente até a eternidade. O que resta é aprender a viver, Ter uma ferida aberta Que só O Criador do tempo e o próprio tempo, especialistas na medicina da dor, podem ajudar a resolver.   11.02.2021 Thayra Azevedo   Poesia especial para Ananda Valente, eterna irmã de alma. E Maria Capitolina Santiago, minha eterna Capitu.

Pequena reflexão - Luz

Deus nos ensina de muitas maneiras, principalmente quando entendemos que nossa visão é restrita e sentimos fortemente a nossa limitação. Quando tudo está escuro e triste, quando o mar parece está nos afogando e nossa humanidade reclama, desacredita. Ele está com seus olhos em nós e suas mãos nos segurando, mesmo que não pareça. Caminhamos sem saber para onde vamos, pensando estar na escuridão, pois os nossos olhos não alcançam longas distâncias, no entanto quando um flash de luz surge, respiramos aliviados, continuamos a caminhar e quanto mais andamos mais luz encontramos. A escuridão não é o fim, o túnel não é o lugar de habitação, é uma escola, em que ao sairmos observamos que contribuiu para sermos seres humanos melhores. A dor e o medo não vencem a fé e a certeza que vamos ter dias melhores e mais iluminados!  Thayra Azevedo Março de 2014