“Aprendi que a joaninha - a metálica, também conhecida como alfinete de segurança - é a melhor amiga da mulher. Prende a alça do sutiã que arrebentou, a bainha que se desfez, mantém alinhada a camisa naquele trecho entre os botões, na altura dos seios, que sempre se abre, vira fecho de sapato. E, em caso de emergência, se presta a arma de espetar. Só de ter uma joaninha comigo já me sinto mais segura para enfrentar o mundo.”
Tânia Lopoldo Vargas, 46 anos, Porto Alegre, RS
Ninguém é igual ao outro, Nenhum relacionamento se assemelha à nada, Nenhuma perda pode ser comparada Os seres são individuais e nada será similar, pelo contrário, toda troca é singular. Eu pensei que lidava bem com a morte, me enganei! Já passei por inúmeras perdas nessa vida, Nenhuma foi sentida da mesma maneira. A sensação é de eterna incompleticidade, Retirando os termos estranhos, é parte de você que vai e nunca mais vai voltar, um pedaço da alma impossível de se completar É sentir-se ausente até a eternidade. O que resta é aprender a viver, Ter uma ferida aberta Que só O Criador do tempo e o próprio tempo, especialistas na medicina da dor, podem ajudar a resolver. 11.02.2021 Thayra Azevedo Poesia especial para Ananda Valente, eterna irmã de alma. E Maria Capitolina Santiago, minha eterna Capitu.
Dei boas gargalhadas.... adorei!
ResponderExcluirBeijos.
Eu tbm adorei Genis, achei mt engraçado! Beijos querida
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