Ninguém é igual ao outro, Nenhum relacionamento se assemelha à nada, Nenhuma perda pode ser comparada Os seres são individuais e nada será similar, pelo contrário, toda troca é singular. Eu pensei que lidava bem com a morte, me enganei! Já passei por inúmeras perdas nessa vida, Nenhuma foi sentida da mesma maneira. A sensação é de eterna incompleticidade, Retirando os termos estranhos, é parte de você que vai e nunca mais vai voltar, um pedaço da alma impossível de se completar É sentir-se ausente até a eternidade. O que resta é aprender a viver, Ter uma ferida aberta Que só O Criador do tempo e o próprio tempo, especialistas na medicina da dor, podem ajudar a resolver. 11.02.2021 Thayra Azevedo Poesia especial para Ananda Valente, eterna irmã de alma. E Maria Capitolina Santiago, minha eterna Capitu.
Sinto em mim uma liberdade às vezes fingida, desconhecia e imoral... Sinto-me livre para ser o que sou, fazer o que gosto e quero.
ResponderExcluirMas o que vejo fora de mim não é muito lá o meu conceito de liberdade. Eu me aperto no meio de tanta confusão e desordem que me pego sempre na contramão.
Quando sinto-me livre de verdade é quando escrevo, ai sim, este sou eu, esta é minha alma gritante, é meu pranto... A liberdade parece estar apenas dentro de nós e no resto que nos sobra como palavras...
Eu não sou sempre assim, a tristeza apenas me serve de refugio, mas eu não sou um fugitivo da vida, eu sou tão comum quanto todos ao redor...
Saudade de você lá na academia!
Beijos querida